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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Resenha: No Mundo da Luna



Título: No Mundo da Luna
Autor: Carina Rissi
Editora: Editora Verus
Idioma: Português 
Gênero: Romance
Crítico: Hanna Oliveira



segunda-feira, 20 de julho de 2015

Resenha: O garoto dos olhos azuis





Título: O Garoto dos Olhos Azuis
Autor: Raiza Varella
Editora: Editora Pandorga
Idioma: Português
Gênero: Romance
Crítico: Hanna Oliveira


“Ele era minha válvula de escape. Um final feliz no faz de conta da minha vida nada encantada.”

Esse é um livro especial, e não só porque foi cedido pela nossa autora parceira, Raiza Varella, porque tem uma capa linda, ou porque me deixou acordada a noite inteira desesperada por terminá-lo.

O garoto dos olhos azuis relatou uma história incrível, capaz de me fazer questionar, de chorar, xingar (perco a paciência facilmente até com personagens fictícios) e entender o que Franz Kafka quis dizer com “Apenas deveríamos ler os livros que nos picam e que nos mordem. Se o que lemos não nos desperta como um murro no crânio, para que lê-lo?”  - apesar de pensar que só lendo poderemos saber disso.

Vamos à sinopse:

O príncipe encantado existe?

Bárbara é linda, loira e bem-sucedida. Desde que assistiu a uma cerimônia de casamento pela primeira vez, ainda criança, seu sonho é apenas um: percorrer o tapete vermelho da igreja, vestida de noiva. Porém, contrariando todas as suas expectativas, ao ser abandonada no altar, a vida de Bárbara desmorona. Ela decide voltar à cidade natal e passa a viver com os irmãos e mais dois amigos. Todos homens. Com a ajuda de Vivian, uma espécie de Barbie Malibu, Bárbara tenta superar sua decepção amorosa recente e uma da adolescência, que volta com tudo à sua memória: o garoto dos olhos azuis. Será que o cavalo branco só passa uma vez? É isso que Bárbara vai descobrir com bom humor, jogo de cintura e uma pitada de neurose.

Quem pensou aí que esse é mais um romance clichê, com a cara do Nicholas Sparks (Eu o amo, tá) está mais do que enganado. A Raiza consegue misturar tudo, colocar o amor maravilhoso em meio às rasteiras que a vida nos dá, nos mostrar a realidade dos relacionamentos, das amizades, a importância da família, e ainda nos encaixar num cotidiano vivo e intenso.

A Bárbara é uma personagem incrível! É divertida e humana. Costuma fugir dos problemas, e faz isso diversas vezes ao longo da história, mas sempre passa por situações difíceis e nem você, que está ali do lado de fora, consegue saber o que deveria fazer em situações parecidas. E mesmo com a raiva que ela me fez passar nos capítulos iniciais, quando não partiu pra violência como eu tanto queria, ao lidar com tamanha falsidade e com a piriguete da Camila, eu a admirei. 

E o que foi aquilo no capítulo 32? MEU DEUS!

O garoto dos olhos azuis é capaz de nos dar esperanças.

Então, gente, leiam! Por favor! Vocês não vão se arrepender, e eu ainda preciso conversar com alguém sobre ele, estou desesperada. E Raiza, querida, o que acha de escrever uma continuação? O que acha de me colocar na história com um dos irmãos da Bárbara? Estou apaixonada.

Já leu?
Jura? Que amor! Vamos conversar?
Ainda não leu? Corre, abaixo tem um link pra você adquirir o seu exemplar!
Boa onda, pessoal!


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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Resenha: Encontrada – À espera do felizes para sempre




Título: Encontrada: A espera do felizes para sempre
Autor: Carina Rissi
Editora: Verus Editora
Idioma: Português
Gênero: Romance
Crítico: Hanna Oliveira
“E não vou a parte alguma – lhe assegurei, beijando sua têmpora – Porque meu lugar é aqui com você.” 

Encontrada – à espera do felizes para sempre, da Carina Rissi, me deixou tão presa como no primeiro livro, Perdida – Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo. E tanto, que fiquei com um certo receio, tentando ler sem me apegar aos personagens. Já que alguns autores de séries ou trilogias costumar “matar” seus protagonistas ou personagens queridos. E também pensei que não seria possível colocar mais amor naquela história onde já tinha acontecido tudo o que podia acontecer. Mas a Carina Rissi conseguiu me emocionar novamente, dando continuação com um ritmo maravilhoso à trama que eu já estava apaixonada. Ela superou as minhas expectativas, e até já estou colada em outro exemplar de sua autoria, “No Mundo da Luna” – que logo, logo aparece aqui no blog, com mais uma personagem que luta para domar os cabelos.
Em Encontrada, Sofia está de volta ao século XIX e mais que animada para começar a viver seu final feliz ao lado de Ian Clarke. No entanto, em meio à loucura dos preparativos para o casamento, ela percebe que se tornar a Sra. Clarke não vai ser tão simples quanto imaginava. As confusões encontram a garota antes mesmo de ela chegar ao altar e uma tia intrometida que quer atrapalhar o relacionamento é apenas uma delas. Além disso, coisas estranhas estão acontecendo na vila. Ian parece estar enfrentando alguns problemas que prefere não dividir com a noiva. Decidida, Sofia fará o que estiver ao seu alcance para ajudar o homem que ama. Ela não está disposta a permitir que nada, nem ninguém, atrapalhe seu futuro. Porém suas ações podem pôr tudo a perder, e Sofia descobre que a única pessoa capaz de destruir seu “felizes para sempre” é ela própria.
Adorei a evolução dos personagens e como todos eles se encaixam perfeitamente. Sofia e Ian são perfeitos juntos, e mesmo com todas as confusões em que a Sofia vive se metendo desde o primeiro livro, o amor entre eles só parece aumentar. Vale à pena conferir.

Já leu? Deixe a sua opinião!
Ainda não? Moleeeeeeeza. Corre!
Boa onda!


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Resenha: Férias de Natal




Título: Férias de Natal
Autor: W. Somerset Maugham
Editora: Editora Globo
Idioma: Português (Idioma original: Inglês)
Gênero: Romance
Crítico: Hanna Oliveira



"Deu-lhe mais uma vez aquele sorriso que Charley já lhe notara em uma ou duas ocasiões. Era um sorriso esquisito. Mal lhe entreabria os lábios; um sorriso sem alegria, mas não sem bondade. Denotava mais ironia que divertimento. Era raro e involuntário, paciente e desiludido."


     Eu sei que poderia aguardar o Natal para postar esta resenha, mas o livro não nos fala no Natal. E o sentimento nostálgico que me cobriu esta manhã quando encontrei esse livro no fundo da estante foi algo espetacular. Era um livro velhinho, ainda costurado, com algumas fitas segurando a capa, com a impressão feita no ano de 1962. Foi um presente. Eu o li várias vezes, para ter certeza de que teria feito a interpretação correta. Já que o autor William Somerset Maugham, foi tido como “escritor de segunda linha” e criticado por usufruir de “linguagem banal” na época de suas publicações. Eu realmente não consegui julgá-lo assim, tanto quanto não consigo julgar nenhum outro.
     Vamos ao livro...
     Em visita a Paris durante as férias de fim de ano, Charley Mason, um jovem inglês toma conhecimento de uma história estranha, que abala profundamente a sua concepção do mundo. Relata a trajetória de um assassino, uma mulher perdida e de um fanático revolucionário.
     Existe uma “história dentro da história”. Charley Mason, que se encontra em um mundo totalmente diferente, passa a se sentir inadaptado e estranhamente receoso ao conhecer Robert Berger, um criminoso insignificante com uma história pra contar. Lídia, a mulher perdida, na qual ele tenta entender suas razões para ser o que é. E Simon, um fanático revolucionário. Abrange o submundo francês, a classe média, a polícia e o que você pode imaginar sobre qualquer um dos ambiente e pessoas.
     Férias de Natal é um estudo social penetrante e está tão presente na nossa atualidade quanto estava em 1940. Nos questiona e nos coloca com Charley em todas as suas aventuras, observando o seu mundo e tomando conhecimentos das suas ações. E só lendo você vai entender o que isso vai colaborar para a maneira como você vê o mundo e tudo que dele faz parte.

     Já leu? Deixe a sua opinião.

     Quer ler? Aproveite! Boa onda!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Resenha: Helena

    




Título: Helena
Autor: Machado de Assis
Editora: Ártica
Idioma: Português
Gênero: Romance
Crítico: Hanna Oliveira





"Uma lágrima brotou-lhe dos olhos, quente de todo o calor de uma alma apaixonada e sensível; brotou, deligou-se e foi cair no papel."

      Helena, de Machado de Assis, realmente foi o livro que eu gostaria de ter sido obrigada a ler na escola, e eu faria uma prova sobre ele com a maior alegria.
      A literatura brasileira é extremamente incrível, e tão cheia de detalhes, de vida, que os personagens se tornam seus amigos – ou inimigos - e você passa a tentar imaginar de onde aquele escritor tirou tudo aquilo. Porque ele nasceu na cidade vizinha, e passou pelos mesmo lugares que você. E como ele viu uma história ali? Onde, no seu país, ele encontrou inspiração para determinado personagem?
     Então, se você tem problemas cardíacos ou sofre de ansiedade, dispense esta leitura. Ou arrisque a sua vida, descobrindo o quão eloquente e injusto pode ser um livro.
     Quando o conselheiro do Vale morre, e reconhece a sua filha bastarda, Helena, em seu testamento, os problemas começam a aparecer. Após o reconhecimento, ela passa a viver na mansão da família e sofre para ser aceita. Mas Helena é forte e não se deixa vencer, é meiga, decidida e não espera viver só o que o destino lhe traz, e com o tempo se torna querida.
     Então, tudo estava belo, até ela conhece Estácio, apresentado como seu irmão.
     E Estácio é encantador, é corajoso e fugaz. (Estácio é tudo de bom!) E entre eles é despertado um forte sentimento. O que ela deve fazer? Como lidar com a dor de apaixonar-se por ele?
     Este é um romance trágico e encantador, é a melhor junção da vida, do amor e da morte. É repleto de segredos que irão te enlouquecer até descobri-los. E você verá como Machado de Assis era criativo, e que não nos despertou só a dúvida “Será que a Capitu traiu mesmo o Bentinho?”.

     Já leu? Gostou? Deixe a sua opinião?
     Não leu? Vamos, o que está esperando?!
     Boa onda, pessoal!



segunda-feira, 23 de março de 2015

Resenha: Uma Vez na Vida




Título: Uma Vez na Vida
Autor: Marianne Kavanagh
Editora: Única
Idioma: Português (Idioma original: Inglês)
Gênero: Romance
Crítico: Hanna Oliveira



"Quando você tem chance de ser feliz, talvez seja seu dever agarrá-la e segurá-la. Caso contrário, você não vive realmente; só conta o tempo."

       Acredita em destino? Em almas gêmeas?
    Se você tem uma pontada de curiosidade sobre isso precisa conhecer esse livro, Uma Vez na Vida, da Marianne Kavanagh, que nos conta a história de Tess, obcecada por roupas vintage, que está sempre enrolada no emprego que detesta e em dúvida sobre o seu namorado bonitão Dominic, que conheceu na universidade. Mora em um adorável apartamento com sua melhor amiga, Kirsty, e poderia ser considerada uma pessoa de sorte. Mas se sua vida é tão perfeita, por que ela se desfaz em lágrimas toda vez que pensa no futuro? Você estaria sujeito a aceitar viver do mesmo modo que vive hoje para sempre?
    Então, a Marianne nos apresenta também o George, ah o George! Um músico brilhante que divide o seu tempo entre brigar com os companheiros de sua banda de jazz e se preocupar com o pai doente. Mas ele, como a Tess, sabe que a vida não é só isso. Deve haver mais alguma coisa. Algo especial.
    E é esse algo especial que move o livro, que move a nossa vontade de lê-lo em uma única noite e principalmente a motivação de esperar para que um dia a gente possa tropeçar em algo parecido.
  É um livro cheio de desencontros, de encontros malsucedidos, de frustrações e de diversos recomeços. Tal qual a vida real não é?
    Mas tem um amor divertido, tem vidas cheias de histórias, e de histórias cheias de vidas. E o que mais nos marca é o fato de Tess e George serem destinados a se encontrarem, todos os seus amigos concordam que eles precisam se conhecer, mas as oportunidades sempre são falhas, e quando isso acontece a vida traz mais um monte de desencontros, deixando-os com aquela vontade de quero mais, tanto quanto o que leitor estasiado, está sentindo do outro lado.
    A história tem uma década de novidades, o que nos deixa um pouco aflitos, por ter que esperar eles resolverem os seus problemas de pessoas normais para depois irem atrás do amor de sua vida, típico de cinema. Mas cada página vale a pena.

    Já leu? Gostou, não gostou? Deixe o seu comentário!
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segunda-feira, 16 de março de 2015

Resenha: Perdida - Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo





Título: Perdida: Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo
Autor: Carina Rissi
Editora: Verus Editora
Idioma: Português
Gênero: Romance
Crítico: Hanna Oliveira



“Desde aquele instante percebi que não era mais dono do meu coração, que ele não me pertencia mais.”

Esse livro é surpreendente. É delicado e ao mesmo tempo envolvente. E como a autora, a Carina Rissi é apaixonada pela Jane Austen (como muitos de nós), você já pode esperar uma leitura com determinação nas palavras e um enredo intrigante, com detalhes impressionantes e realistas do espaço onde os personagens interagem. Ela realmente quer nos colocar dentro da história, e acredite, ela consegue.
Perdida nos apresenta a Sofia, uma jovem que vive numa metrópole e está acostumadérrima com a modernidade e as facilidades que ela traz. É uma garota independente e possui um pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances que aceita em sua vida são os que encontra nos livros.
Depois de sair para se divertir com a sua melhor amiga, a Nina, acontece um acidente com seu celular e ela é obrigada a comprar outro no dia seguinte. Porém algo misterioso acontece ao ligar esse novo celular e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa.
Enquanto tenta desesperadamente encontrar uma saída ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do atencioso – e lindíssimo – Ian Clarke.
 Eles se tornam amigos, e Ian, mesmo sem saber de onde ela veio e estranhando todos os seus costumes, vestes e gírias, se compromete a ajudá-la, e juntos vão em busca pistas para desvendar este mistério.
A adaptação da Sofia no século dezenove é empolgante e divertida. As vestes longas, a ausência do tradicional banheiro e a maneira como deve se comportar que lhe são impostas a forçam a utilizar seus conhecimentos modernos para conseguir sobreviver. Entretanto, adaptar-se a uma nova época parece fácil se comparado à decisão que o seu coração está prestes a tomar, e talvez a vida moderna não seja mais tão aconchegante assim.

            Conhece a história? Deixe o seu comentário. Não conhece? Então, o que está esperando? Curta a nossa página no facebook e fique de olho nas novidades. Vamos curtir a Onda!

P.S.: Há boatos de que a adaptação cinematográfica está por vir, um filme nacional incrível. E já existe diversas dicas de quem seriam os atores perfeitos para protagonizar esse belo romance. O que você acha?

sexta-feira, 13 de março de 2015

Filmes: Cidades de Papel

Fãs do John Green e dos seus livros, uma novidade que saiu direto do forno. Saiu o primeiro pôster do filme Cidades de Papel que é uma adaptação do livro best-seller com o mesmo nome que conta a história de Quentin Jacobsen como qualquer pessoa na infância e adolescência é vítima do amor platônico pela sua colega de escola e vizinha Margo.
Um dia qualquer para a surpresa de qualquer um, ela invade seu quarto vestida de ninja e com o rosto todo pintado, o intimando para participar de um miraculoso plano de vingança, e ele acaba aceitando. A chegada do outro dia é mais entusiasmante, pois Margo desaparece, e Quetin escola e começa investigar a localização da enigmática Margo que no momento é um mistério. Ele começa a encontrar pistas e se aventura a segui-las indo em direção a um caminho tortuoso, cada vez mais que Quetin se aproxima da Margo, mais ele percebe que a imagem que ele tinha daquela garota que ele achava que conhecia se distancia.


O filme estrelado por Cara Delevingne e Nat Wolff será distribuído no Brasil pela Fox Film do Brasil e terá seu lançamento previsto para o mês de julho. A classificação oficial ainda não foi divulgada e será disponibilizada pela Cultura Digital. O pôster na versão americana lançada pelo John Green em sua página oficial no facebook e assim liberada para o resto do mundo nas páginas oficiais do filme. Confira abaixo o pôster na versão brasileira.


Se você como eu está louco para ver o trailer desse filme, não deixe de acompanhar o nosso blog que tudo sobre esse filme e outros serão lançados sempre aqui no blog Na Onda Literária. Não deixe de curtir nossa fã page no facebook clicando aqui. Até a próxima!

segunda-feira, 9 de março de 2015

Filme: Simplesmente Acontece





Título: Simplesmente Acontece
Atores Principais: Lily Collins, Sam Claflin
Diretor: David Fincher
Lançamento: 6 de Novembro de 2014 (Brasil)
Duração: 1h 42m
Avaliação: 
                     7.2/10
Crítico: Hanna Oliveira


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Vídeo: Mate-me Quando Quiser

Título: Mate-me quando quiser
Autor: Anita Deak
Editora: Gutenberg
Idioma: Portugûes
Gênero: Romance




Título: Mate-me Quando Quiser
Autor: Anita Deak
Editora: Gutenberg
Idioma: Português
Gênero: Romance
Crítico: Saymon Valan


Olá pessoal, a partir de hoje toda segunda-feira é dia de resenha em vídeo, tanto de livros, filmes, séries ou dicas de tecnologia.
O vídeo de hoje é uma resenha sobre o livro Mate-me Quando Quiser escrito pela Anita Deak. Está curioso para saber como é esse livro? Clique no Play e entre nesse mundo conosco.


Se você gostou não esqueça de dar joinha no vídeo no youtube e caso você ainda não curtiu nossa página no facebook corra e curta, clicando no botão curtir ao lado. Pois lá informaremos sobre as novas postagens e interação com o público.

Até a próxima!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Resenha: Quem é Você, Alasca?





Título: Quem é você, Alasca?
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Idioma: Português (Idioma original: Inglês)
Gênero: Romance
Crítico: Karoline Antunes
   

   “Se as pessoas fossem chuva, eu seria a garoa e ela, um furacão”  

       Olá pessoal, a estrela da Onda Literária de hoje, é o livro "Quem é você, Alaska?" do John Green. Ele costuma dividir opiniões entre leitores, mas a seguir falaremos um pouco sobre ele.
       "Quem é você, Alaska?" é um livro interessante para leitores que procuram se envolver em histórias onde paixão, aventura e um toque de mistério se tornam um mix de sensações. Diferente de "A culpa é das estrelas", John Green nos envolve com a paixão não correspondida que Miles sente pela misteriosa Alasca.
       Já no inicio, você vai conhecer um pouco sobre a vida de Miles, um garoto anti-social, um tanto chato que tem como hobbie ler biografias e colecionar as ultimas palavras ditas pelos biografados antes de sua morte. Entre as biografias lidas, ele acaba achando a citação do “Grande Talvez”, que é o marco que vai dar o pontapé inicial da história.
     Em busca do Grande Talvez e cansado de sua vida medíocre ele decide então mudar-se para a antiga escola de seu pai e, conseqüentemente de cidade. Sua nova escola é famosa pelos trotes feitos por seus alunos e, já no início Miles é vítima de um.
    Como em sua nova escola o quarto era dividido entre dois alunos, ele acabou criando uma amizade com seu colega de quarto o Coronel, que o apresentou para sua então amada Alasca. Coronel e Alasca são do tipo de jovens relaxados viciados em cigarros e bebidas, mas uma curiosidade deles é que possuem uma inteligência muito elevada e é partir do momento em que os três se conhecem que as aventuras e loucuras começam.
   Alasca, que é um tipo excêntrico de uma jovem bonita, inteligente e sensual, acaba fazendo com que Miles vire sua vida ao avesso. Começa a ter uns desejos quentes por ela e pela sua atração não correspondida (pois Alasca tem um namorado), acaba fazendo com que nós leitores fiquemos apreensivos por saber o que acontecerá entre os dois. 
    O que chama a atenção neste livro é que ele é dividido em duas partes: o “Antes” (do clímax da história) e Depois (após o clímax) e seus capítulos são divididos em dias conforme se aproxima o dia principal e, após este.
    Como já disse lá no inicio, o livro costuma dividir opiniões principalmente pelo sentido que a história toma até o momento crucial que, bem em minha opinião é uma surpresa meio não surpresa. Não tenho como explicar, só você lendo o livro mesmo para entender o que quero dizer.
    Bom, é melhor eu parar por aqui, deixar que você saboreie cada capítulo, ou melhor, cada “dia” deste livro contagiante do John Green, segure as emoções e procure ter bastante tranqüilidade, pois neste livro será essencial.
   Boa leitura! Espero que achem o livro interessante como eu achei. Deixe o seu comentário e curta a nossa página no Facebook, até a próxima onda!